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	<title>ASPONFAR - Associação Pontagrossense de Farmacêuticos</title>
	<link>http://www.asponfar.org.br</link>
	<description>Apenas mais um site WordPress</description>
	<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:24:46 +0000</pubDate>
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		<title>ARTIGO - Sobre o veto da Presidenta Dilma à venda de medicamentos, em supermercados</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:24:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 	O “Diário Oficial da União” (DOU) de hoje (18.05.12), em sua página 3, seção 1, traz publicado o que é a tradução do bom senso: o veto da Presidenta da República, Dilma Rousseff, à venda de medicamentos isentos de prescrição em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência. Não se esperava outra atitude de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	O <a href="http://migre.me/982hs">“Diário Oficial da União” (DOU) de hoje (18.05.12), em sua página 3, seção 1, </a>traz publicado o que é a tradução do bom senso: o veto da Presidenta da República, Dilma Rousseff, à venda de medicamentos isentos de prescrição em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência. Não se esperava outra atitude de Dilma Rousseff que não o veto ao artigo 8º do Projeto de Lei de Conversão número 7, de 2012 (MP número 549/11). O referido artigo instituía a aberração de tirar das farmácias e drogarias, e levar para estabelecimentos que nada têm a ver com a saúde, produtos destinados exclusivamente à manutenção e recuperação da saúde. Medicamentos, pela complexidade de sua natureza química e biológica, devem ser abrigados com todos os cuidados – e só as farmácias estão qualificadas para tanto -, e sua dispensação somente pode ser realizada com o acompanhamento do farmacêutico.</p>
<p style="text-align: justify">O “não” da Presidenta Dilma desata um nó que, durante 23 dias (período em que o PLC número 7, aprovado no Senado, foi encaminhado para a sanção – ou veto – presidencial) gerou debates e causou perplexidade entre autoridades sanitárias, farmacêuticos, empresários do setor e a sociedade em geral, temerosos que estavam com o iminente perigo que voltava a rondar a saúde dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify">Mas o veto consolida a lógica e o bom senso e reitera todos os protocolos sanitários e o conjunto normativo segundo os quais o lugar de medicamentos é nas farmácias e sob a responsabilidade técnica do farmacêutico. Até porque o veto presidencial foi amparado pela unanimidade da opinião de todos os Ministérios ouvidos por Dilma Rousseff: Saúde, Justiça, Fazenda, Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior.</p>
<p style="text-align: justify">No Despacho publicado, nesta sexta-feira, no “DOU”, a Presidenta Dilma comunica ao Presidente do Senado Federal que decidiu vetar o artigo 8º do Projeto de Conversão número 7 de 2012 (MP número 549/11), “por contrariedade ao interesse público”. Ela justifica assim o veto: “A ampliação da disponibilidade de medicamentos nos estabelecimentos em questão dificultaria o controle sobre a comercialização. Ademais, a proposta poderia estimular a automedicação e o uso indiscriminado, o que seria prejudicial à saúde pública”.</p>
<p style="text-align: justify">A MP 549/11 é uma matéria de grande alcance social. Ela isenta do pagamento do PIS/Pasep e Cofins 22 produtos destinados a pessoas com deficiência. Mas quando tramitou, na Câmara, a Medida Provisória ganhou um dispositivo (o artigo 8º) do Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), autorizando a venda de produtos farmacêuticos fora das farmácias e drogarias. O artigo 8º nada tem a ver com a MP e foi posto, ali, pegando uma carona numa MP pura e avançada. No Senado, ela foi aprovada e levou a denominação de MP 549-B.</p>
<p style="text-align: justify">A MP, como estava (com a inclusão do artigo 8º) significava um retrocesso que negava todas as políticas públicas instituídas na área da saúde, como o combate à automedicação e ao uso irracional de medicamentos, responsáveis por um número assombroso de casos de intoxicação e outros agravos à saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Ora, o brasileiro figura entre os povos que mais se automedicam, em todo o mundo. Que proporção tomaria esse perigo, se os medicamentos fossem oferecidos, em estabelecimentos puramente comerciais, fora do controle sanitário e na ausência do farmacêutico, o profissional responsável pela orientação sobre o uso correto desses produtos? Seria uma catástrofe sanitária. E que fique claro: a venda de medicamentos, em armazéns e supermercados, só teria um objetivo: atender ao interesse econômico.</p>
<p style="text-align: justify">Se fosse sancionada a MP com o artigo 8º, o que veríamos, no Brasil, seria a farra do interesse em cima da saúde do povo brasileiro, que seria induzido a comprar medicamentos pelas elaboradas campanhas publicitárias do tipo “leve três e pague dois”. O resultado seria o aumento dos casos de intoxicação e as decorrentes hospitalizações evitáveis que tanto oneram os sistemas público e privado de saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Há uma ideia equivocada, construída pela voraz gana mercadológica e muito bem plantada na cabeça do cidadão, de que medicamentos isentos de prescrição não fazem mal. São um mito e uma afirmação nociva e leviana que precisam ser desconstruídos. Não há um único medicamento – mesmo um analgésico desses mais usados - que não possa provocar reações adversas, em maior ou menor grau. O medicamento é isento de prescrição, mas não de riscos.</p>
<p style="text-align: justify">A venda desenfreada de medicamentos iria onerar o já sacrificado orçamento dos cidadãos, tentados que seriam a adquirir esses produtos, muitas vezes, desnecessariamente. Ressalte-se, ainda, o iminente perigo de se banalizar a sua venda, por meio de sua transformação em mercadorias sujeitas exclusivamente às normas de mercado – e não de saúde –, além de sua exposição às estratégias de venda. Afinal, iriam perder o sentido de produto destinado à recuperação da saúde para servir unicamente ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify">De sorte que a Medida Provisória, do jeito que estava, enfraqueceria a elogiável política sanitária que o Governo Federal vem implantando. Parte dessa política está instituindo o descarte correto de medicamentos, por meio da implantação da logística reversa, que consiste em as farmácias e as drogarias receberem dos pacientes os medicamentos vencidos ou as sobras destes, e lhes dar a destinação final correta. Agora, imagine se um armazém, um empório e um supermercado iriam agir, como agirão as farmácias, realizando o descarte correto de medicamento.</p>
<p style="text-align: justify">Desde que a MP foi aprovada, no Senado, e encaminhada à Presidência da República, procurei as autoridades políticas, sanitárias, lideranças farmacêuticas e diretores de entidades (Conselhos Regionais de Farmácia, sindicatos farmacêuticos, a Federação Interestadual de Farmacêuticos – Feifar, a Federação Nacional de Farmacêuticos – Fenafar, entre outras), com vistas a sensibilizar a Presidenta Dilma para que vetasse o artigo 8º, plantado “clandestinamente” na Medida Provisória, ou posto, ali, como uma “barriga de aluguel”, como diz um outro jargão igualmente usado entre os que lidam no dia-a-dia da política, em Brasília, para se referir a atitudes como a do Deputado Sandro Mabel. A nossa luta serviu para medir o quanto o setor farmacêutico está unido em favor da preservação da saúde da população.</p>
<p style="text-align: justify">Não é de hoje que o interesse econômico tenta agredir a saúde pelos mesmos meios. Em 1996, igual perigo deixou atônito o setor de saúde, com o Projeto de Lei número 4.385/94, de autoria da Ex-Senadora Marluce Pinto. O PL dava ao auxiliar de farmácia a responsabilidade técnica pelas drogarias, tirando do farmacêutico a exclusividade pela mesma.</p>
<p style="text-align: justify">Esta nova tentativa de impor uma derrota à saúde pública, desferindo um golpe no setor farmacêutico, serve para que fiquemos muito atentos às manobras do interesse econômico. Ele é sorrateiro e age, muitas vezes, subterraneamente. Não podemos afrouxar a vigilância, nem perdermos esta voltagem de união, imprescindível nesta vitória de hoje.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> CFF<br />
<strong>Autor:</strong> Walter Jorge João, Presidente do Conselho Federal de Farmácia. E-mail: walterjjoao@hotmail.com
</p>
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		<title>Consulta Pública CFF nº 03/2012</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:37:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 	O Conselho Federal de Farmácia (CFF), com aprovação de seu Plenário, coloca em Consulta Pública nº 3/2012, a proposta de resolução que regulamenta o procedimento de fiscalização dos Conselhos Regionais de Farmácia. A proposta altera a Resolução nº 522/2009, do CFF.  As sugestões devem ser encaminhadas, até do dia 15 de junho de 2012, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	O Conselho Federal de Farmácia (CFF), com aprovação de seu Plenário, coloca em Consulta Pública nº 3/2012, a proposta de resolução que regulamenta o procedimento de fiscalização dos Conselhos Regionais de Farmácia. A proposta altera a Resolução nº 522/2009, do CFF.  As sugestões devem ser encaminhadas, até do dia 15 de junho de 2012, à Assessoria Técnica do CFF, no e-mail: jarbas@cff.org.br<br />
<a href="http://www.cff.org.br/userfiles/file/noticias/Consulta%20p%C3%BAblica%20fiscaliza%C3%A7%C3%A3o%20-%20altera%C3%A7%C3%A3o%20522.pdf">Clique aqui e acesse o texto da Proposta de Resolução</a></p>
<p> </p>
<p class="autores"><strong>Fonte:</strong> CFF
</p>
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		<title>Anvisa e Mapa divulgam nota técnica sobre necessidade de instalações segregadas para fabricação de medicamentos para uso veterinário e uso humano</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 10:53:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma avaliação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em relação à necessidade de se definir sobre a possibilidade de fabricar e manipular produtos de uso veterinário em instalações destinadas à fabricação de medicamentos de uso humano, resultou nas seguintes decisões:
• É tecnicamente aceitável, do ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Uma avaliação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em relação à necessidade de se definir sobre a possibilidade de fabricar e manipular produtos de uso veterinário em instalações destinadas à fabricação de medicamentos de uso humano, resultou nas seguintes decisões:</p>
<p>• É tecnicamente aceitável, do ponto de vista de risco sanitário, a produção de produtos de uso veterinário nas mesmas instalações licenciadas para fabricação de medicamentos de uso humano, nos casos em que os produtos veterinários contenham insumos aprovados para uso humano.</p>
<p>• A produção de produtos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo veterinário deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso veterinário.</p>
<p>• A produção de medicamentos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo humano deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso humano.</p>
<p>• As empresas que optarem por compartilhar suas linhas produtivas, nas condições estabelecidas acima, ficarão sujeitas a inspeções regulares a serem realizadas pelo MAPA e por entes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e deverão cumprir integralmente os requisitos de BPF impostos por ambos.</p>
<p><a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/aa0a7f804b296c28a760afa337abae9d/Microsoft+Word+-+NT+Conjunta+ANVISA+MAPA-+Medicamentos+veterinarios+final.pdf?MOD=AJPERES"><font color="#000000">Clique aqui para visualizar a Nota Técnica na íntegra</font></a></p>
<p>Fonte: CRF/SP
</p>
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		<title>Saúde investirá R$ 70 milhões em unidades hospitalares 100% SUS</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 10:46:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 	A nova medida estimulará unidades hospitalares privadas a oferecerem serviços plenamente públicos 
Hospitais que se caracterizem como pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e que ofereçam serviços de saúde, ambulatoriais e hospitalares, exclusivamente ao Sistema Único de Saúde (SUS), passarão a receber um aporte financeiro extra a partir desta sexta-feira (11). O Ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<em>A nova medida estimulará unidades hospitalares privadas a oferecerem serviços plenamente públicos </em></p>
<p>Hospitais que se caracterizem como pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e que ofereçam serviços de saúde, ambulatoriais e hospitalares, exclusivamente ao Sistema Único de Saúde (SUS), passarão a receber um aporte financeiro extra a partir desta sexta-feira (11). O Ministério da Saúde instituiu por meio da portaria nº 929, publicada no Diário Oficial da União, o “incentivo financeiro 100% SUS”. Para isso, o Ministério da Saúde disponibilizará, anualmente, cerca de R$ 70 milhões para repassar a essas entidades, que deverão seguir critérios de qualidade. </p>
<p>O objetivo do Ministério da Saúde é incentivar a permanência das unidades hospitalares que hoje já existem com esse perfil, estimular novos hospitais a oferecerem serviços plenamente SUS, além de ofertar mais leitos e hospitais à população.</p>
<p>Para receber o incentivo, a unidade hospitalar que se enquadrar nesse perfil poderá solicitar ao gestor local o encaminhamento da solicitação ao Ministério da Saúde para adesão ao “incentivo financeiro 100% SUS”.</p>
<p>As unidades hospitalares que prestam, no mínimo, 80% dos seus atendimentos ambulatoriais exclusivamente para o SUS também poderão solicitar adesão ao incentivo. A aprovação dependerá de análise feita pela Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS). Neste caso, o hospital deverá ser o único prestador de saúde hospitalar no município dentro da sua tipologia, e prestar 100% dos seus serviços de internação hospitalar exclusivamente para o SUS.</p>
<p>O resultado do pedido será divulgado pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União, que trará o valor dos recursos financeiros que serão incorporados aos Tetos de Média e Alta Complexidade dos municípios, estados e do Distrito Federal.</p>
<p>Os hospitais aprovados deverão manter os requisitos de adesão durante todo o período de recebimento do incentivo. Também será necessário o cumprimento de critérios de qualidade, como adoção de protocolos clínicos, assistenciais e de procedimentos administrativos, implantação de boas práticas de segurança e qualidade no atendimento ambulatorial e hospitalar, entre outros expressos na Portaria.</p>
<p>Nos 12 primeiros meses de vigência, a partir da adesão da unidade hospitalar, o incentivo a ser pago será equivalente a 20% do valor anual da produção de média complexidade do hospital, aprovado no ano-base de 2011.</p>
<p>A partir do 13º mês, permanece o percentual de cálculo, porém, tendo como base o valor anual contratualizado, na média complexidade, pelo hospital. O “100% SUS” será repassado em 12 parcelas mensais pagas a partir da data da adesão, com efeito retroativo à data da publicação da portaria.</p>
<p>Fonte: Portal da Saúde
</p>
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		<title>Prêmio de Incentivo em C&#038;T para o SUS</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:48:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS – 2012 é uma iniciativa do Ministério da Saúde promovida por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Esta ação tem como objetivo proporcionar reconhecimento ao pesquisador em saúde pelo seu papel no desenvolvimento social e econômico do país.
Desde 2002, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="inter-azul">O Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS – 2012 é uma iniciativa do Ministério da Saúde promovida por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Esta ação tem como objetivo proporcionar reconhecimento ao pesquisador em saúde pelo seu papel no desenvolvimento social e econômico do país.</p>
<p class="inter-azul">Desde 2002, o Ministério da Saúde premia a comunidade científica por meio do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS. A iniciativa é mais uma das ações do ministério que busca valorizar os pesquisadores e suas pesquisas, indispensáveis para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no país.</p>
<p class="texto2-normal">Os candidatos podem concorrer em quatro diferentes categorias: tese de doutorado (com premiação no valor de R$ 20 mil); dissertação de mestrado (R$ 15 mil); trabalho científico publicado (R$ 15 mil) e monografia de especialização ou residência (R$ 10 mil).</p>
<p class="texto2-normal">Fonte: Fundação Araucária</p>
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		<title>Prorrogado prazo de confirmação do município no PROVAB</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 10:40:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 	Secretarias de Saúde têm até 15 de maio para confirmar seu interesse em receber bolsistas do Provab, que tem por objetivo ampliar número de profissionais onde há maior necessidade
Os municípios participantes do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica  (Provab)  têm até a próxima terça-feira (15) para confirmar o interesse em receber os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<em>Secretarias de Saúde têm até 15 de maio para confirmar seu interesse em receber bolsistas do Provab, que tem por objetivo ampliar número de profissionais onde há maior necessidade</em></p>
<p>Os municípios participantes do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica  (Provab)  têm até a próxima terça-feira (15) para confirmar o interesse em receber os profissionais bolsistas no programa. A participação deve ser confirmada por meio do site <u>provab.saude.gov.br</u> e do preenchimento do termo de compromisso. Os médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas vão atuar na Atenção Básica durante doze meses e receberão bolsa, no valor de R$ 2.384,82, custeada pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Lançado em dezembro do ano passado, o Provab cria incentivos para profissionais atuarem na Atenção Básica em municípios com carência de profissionais, áreas de extrema pobreza e periferias das regiões metropolitanas. O objetivo é consolidar a integração ensino-serviço-comunidade e a educação pelo trabalho, a fim de aumentar a qualidade do serviço de saúde e desenvolver o provimento e a fixação de profissionais de saúde em áreas prioritárias.</p>
<p>“A Atenção Básica é responsável pela resolução de 80% dos problemas de saúde do brasileiro, por isso é importante investir e melhorar o padrão de qualidade da assistência oferecida aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, explica a diretora de Gestão da Educação na Saúde da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mônica Sampaio.</p>
<p>A confirmação por parte do gestor público é o passo inicial para a efetividade do programa, pois a partir dessa sinalização é feita a distribuição dos profissionais selecionados no Provab. “Essa indicação é primordial para distribuirmos de forma mais definitiva e efetiva os trabalhadores bolsistas”, ressalta a diretora.</p>
<p>INSCRIÇÃO DOS BOLSISTAS</p>
<p>As inscrições dos profissionais selecionados no Provab que tenham interesse nas bolsas devem ser realizadas de 16 a 23 de maio. Eles precisam acessar o site <u><a href="http://www.unasus.gov.br/">http://www.unasus.gov.br</a></u> e por meio da Plataforma Arouca, e se inscrever para as vagas já indicadas pelos gestores públicos.</p>
<p>Os profissionais bolsistas selecionados no Provab serão direcionados à Atenção Básica local, onde trabalharão por 12 meses recebendo bolsa de especialização no valor de R$ 2.384,82 mensais, custeada pelo Ministério da Saúde. Nesse período, eles participarão de um curso voltado à gestão e à assistência na Atenção Básica, com tutoria à distância promovida por Instituições de Ensino Superior integrantes do Sistema UNA-SUS.</p>
<p>Para ter direito à bolsa mensal paga pelo Ministério da Saúde, o profissional não poderá ter sido contratado pelos municípios participantes do PROVAB, ter vínculo empregatício com a Atenção Básica, ou completar, substituir ou compor equipes já atuantes no município. Ele terá, ainda, que cumprir, semanalmente, oito horas em atividades acadêmicas e 32 horas em atividades práticas nas unidades básicas de saúde e na gestão da Atenção Básica do município. A bolsa será concedida no prazo improrrogável de 12 meses, contados a partir da data de matrícula no curso de especialização.</p>
<p><strong>ATENÇÃO AOS PRAZOS</strong></p>
<p>Gestores municipais</p>
<ul>
<li>Confirmação de interesse pelos municípios: provab.saude.gov.br</li>
<li><strong>Prazo: até 15 de maio de 2012</strong></li>
</ul>
<p>Profissionais selecionados no PROVAB</p>
<ul>
<li> <strong>Inscrições:</strong> 16 a 23 de maio pelo site <a href="http://www.unasus.gov.br/">http://www.unasus.gov.br</a></li>
<li> Edital curso de especialização em Atenção Básica:<br />
 <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/edital_7_provab_26abril2012.pdf">http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/edital_7_provab_26abril2012.pdf</a></li>
</ul>
<p>Fonte: MS
</p>
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		<title>Projeto de Lei quer obrigar médicos a emitir prescrição digitada e rastreável eletronicamente</title>
		<link>http://www.asponfar.org.br/2012/05/10/projeto-de-lei-quer-obrigar-medicos-a-emitir-prescricao-digitada-e-rastreavel-eletronicamente/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:58:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Projeto de Lei 3344/12, que tramita na Câmara dos Deputados, obriga os médicos de cidades com 200 mil habitantes ou mais a emitir receita digitada e rastreável eletronicamente, por meio de código de barras. A medida, proposta pelo deputado Ademir Camilo (PSD-MG), valerá também para médicos de cidades menores, desde que eles receitem medicamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><strong />O <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=536023">Projeto de Lei 3344/12</a>, que tramita na Câmara dos Deputados, obriga os médicos de cidades com 200 mil habitantes ou mais a emitir receita digitada e rastreável eletronicamente, por meio de código de barras. A medida, proposta pelo deputado Ademir Camilo (PSD-MG), valerá também para médicos de cidades menores, desde que eles receitem medicamentos subsidiados pelo governo por meio do programa Farmácia Popular, do Ministério da Saúde.</div>
<p style="text-align: justify">A ideia é que esse tipo de receita, que deverá ser acessada por meio de sistema integrado entre médicos, farmácias e órgãos governamentais de fiscalização, contribua para evitar erros de interpretação em razão da caligrafia.</p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify">Segundo o deputado, a norma também poderá impedir fraudes na concessão dos benefícios do programa Farmácia Popular, que prevê ressarcimento de recursos à rede privada de farmácias aderentes. Algumas farmácias vêm registrando vendas falsas, com o uso indevido de dados de pacientes e médicos, para obter o ressarcimento devido pelo Ministério da Saúde. Segundo ele, esse tipo de fraude já causou um prejuízo de mais de R$ 4 milhões aos cofres públicos.</p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify"><strong>Itens obrigatórios</strong></p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify">A proposta também especifica os itens obrigatórios em cada receita médica, seja ela digitada ou manual: identificação do paciente (nome, número do documento oficial, idade e, se necessário, peso); identificação do medicamento, com concentração, dosagem, forma farmacêutica e quantidade; modo de usar ou posologia; duração do tratamento; local e data da emissão; assinatura e identificação do médico com o número de registro no respectivo conselho profissional; e espaço em branco para preenchimento, pela farmácia, do número do lote e do prazo de validade do medicamento.</p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify">De acordo com o projeto, as receitas também deverão indicar se o medicamento prescrito é genérico ou referência. Neste caso, o nome do medicamento genérico também deverá constar do documento.</p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify"><strong>Tramitação</strong></p>
<div style="text-align: justify" />
<p style="text-align: justify">A proposta, que está sujeita a apreciação conclusiva, será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify">Fonte: CRF/SP</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Usuários de planos de saúde terão registro do Cartão Nacional de Saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[ 	Ministério da Saúde realiza, nesta quarta-feira (9), a entrega de 31 milhões de registros do Cartão Nacional de Saúde à ANS. Agência vai estabelecer calendário para distribuição dos números aos usuários.
O Ministério da Saúde realiza, nesta quarta-feira (9), a entrega de 31 milhões de registros do Cartão Nacional de Saúde (CNS) para a Agência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<em>Ministério da Saúde realiza, nesta quarta-feira (9), a entrega de 31 milhões de registros do Cartão Nacional de Saúde à ANS. Agência vai estabelecer calendário para distribuição dos números aos usuários.</em></p>
<p>O Ministério da Saúde realiza, nesta quarta-feira (9), a entrega de 31 milhões de registros do Cartão Nacional de Saúde (CNS) para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Estes dados ficarão disponíveis para as operadoras a partir de junho de 2012. Desta forma, o Ministério da Saúde e a ANS concluíram a primeira etapa do cadastramento de beneficiários de planos de saúde no Sistema Cartão Nacional de Saúde. A meta é universalizar o Cartão até 2014.</p>
<p>Nesta primeira etapa foram processados dados de beneficiários do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB), da ANS, que passaram por um cruzamento de informações com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) na base de dados da Secretaria da Receita Federal. Os usuários não identificados nesse processamento serão cadastrados, posteriormente, pelas operadoras de planos de saúde.</p>
<p>De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esse processo está em curso desde o ano passado e faz parte do esforço da aproximação do sistema nacional público com o setor de saúde suplementar. “Nós pegamos uma base de dados da ANS, organizamos os dados e vamos devolver para a ANS, que vai estabelecer um calendário de devolução desses dados para cada uma das operadoras”, explica.</p>
<p>Ainda segundo o ministro, nenhum beneficiário de plano de saúde poderá ter seu atendimento negado caso ainda não tenha o número do CNS. Da mesma forma, nenhum usuário poderá ter seu plano de saúde cancelado devido à ausência deste número. “As pessoas não precisam ir a uma unidade de saúde tirar o seu cartão. Se a pessoa não tiver o número do cartão no momento da internação, o próprio serviço de saúde checa com a base de dados do MS e estabelece um número para a pessoa naquele momento”, afirma Alexandre Padilha.</p>
<p><strong>PRAZO DE CADASTRAMENTO –</strong>De acordo com a Resolução Normativa aprovada pela diretoria colegiada da ANS nesta quarta-feira, 09 de maio de 2012, as operadoras de planos de saúde terão até 05 de junho de 2013 para cadastrar os usuários não identificados nesse primeiro processo e informar os números do CNS.</p>
<p>Para o cidadão, a identificação via CNS vai possibilitar o registro eletrônico de saúde nas bases de dados dos hospitais públicos e privados. Além disso, o registro será feito nos planos de saúde, contribuindo para a continuidade qualificada da assistência à saúde recebida, independente do financiamento público ou privado.</p>
<p><strong>RESSARCIMENTO –</strong>O Ministério da Saúde anunciou ontem uma arrecadação recorde de reembolso de Planos de Saúde. De acordo com o ministro Alexandre Padilha, em 2011, o ministério superou mais de R$ 80 milhões de ressarcimento dos planos de saúde ao SUS, sete vezes mais do que foi ressarcido em 2010. “Nós queremos aprimorar esse mecanismo e uma das formas é fazer com que todo usuário de planos de saúde também tenha o número do Cartão SUS”, completa.</p>
<p>Fonte: MS
</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pesquisa aponta que diabetes é maior em mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[ 	Em homens o percentual subiu de 4,4%, em 2006, para 5,2%, em 2011. Ministério da Saúde quer fortalecer políticas de combate às doenças crônicas não transmissíveis.
Dados inéditos da pesquisa Vigitel 2011 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostram que a tendência de diabetes está crescendo no Brasil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<em>Em homens o percentual subiu de 4,4%, em 2006, para 5,2%, em 2011</em><em>. </em><em>Ministério da Saúde quer fortalecer políticas de combate às doenças crônicas não transmissíveis.</em></p>
<p>Dados inéditos da pesquisa Vigitel 2011 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostram que a tendência de diabetes está crescendo no Brasil. Em homens, o percentual subiu de 4,4%, em 2006, para 5,2%, em 2011. Apesar do aumento, a prevalência de homens que informam  ter a doença continua sendo inferior a das mulheres (6%). Os números foram divulgados, nesta quarta-feira (9), pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o Fórum Pan-Americano de Ação contra as Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), que ocorre em Brasília.</p>
<p><a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/arquivos/pdf/2012/Mai/09/Vigitel_2011_diabetes_final.pdf" target="_blank">Confira os dados da pesquisa Vigitel 2011</a></p>
<p>O levantamento, que coletou dados nas 26 capitais e no Distrito Federal, revela que 5,6% da população declaram ter a doença. O estudo mostra ainda que o diagnóstico de diabetes é mais comum em pessoas que estudam menos: 3,7% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declaram ser diabéticos, enquanto 7,5% dos que tem até oito anos de escolaridade dizem ter a doença. Uma diferença de mais de 50%. Para o ministro Alexandre Padilha, os dados comprovam a importância de trabalhar cada vez mais na prevenção e ampliar o acesso à informação. “É de extrema importância o fortalecimento de ações de prevenção e melhoria na qualidade da educação, além da expansão do diagnóstico e do oferecimento de medicamentos gratuitos”, analisou o ministro.</p>
<p>O autorrelato de diabetes também aumenta com a idade da população. O diabetes atinge 21,6% dos idosos (maiores de 65 anos), índice bem maior do que entre a faixa etária de 18 a 24 anos (0,6%).</p>
<p> A capital com maior percentual de diabéticos foi Fortaleza (7,3%), seguido de Vitória (7,1%) e Porto Alegre (6,3%). Os menores índices estão em Palmas (2,7%), Goiânia (4,1%) e Manaus (4,2%). <em>(Ver tabelas no fim do texto)</em></p>
<p>Os percentuais crescentes de diabetes no país podem estar relacionados ao aumento da obesidade e do excesso de peso, principais fatores de risco para a doença. Contribui, ainda, o aumento da população idosa e o aumento do diagnóstico da atenção básica de saúde. Segundo o Vigitel 2011, no período de 2006 a 2011, houve um crescimento de 28% na prevalência de obesidade no Brasil. Nos homens, o percentual de excesso de peso passou de 47,2% para 52,6% nos últimos seis anos.</p>
<p>A pesquisa também aponta que 22,7% da população adulta brasileira são hipertensos. O diagnóstico em mulheres (25,4%) é mais comum do que em homens (19,5%) e também é preocupante entre os mais velhos, chegando a 59,7% em pessoas com mais de 65 anos.</p>
<p><strong>INTERNAÇÕES E ÓBITOS:</strong> Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o número de internações por  diabetes no Sistema Único de Saúde (SUS) aumentou em 10% entre 2008 e 2011, passando de 131.734 hospitalizações para 145.869. Entretanto, houve queda na comparação com 2010, quando foram registradas 148.452 internações.</p>
<p>Em 2009, o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, notificou 52.104 mortes por diabetes no país. Em 2010, este número subiu para 54.542. Apesar do aumento, observa-se uma desaceleração nos últimos três anos. Entre 2005 e 2007, o percentual de aumento foi de 16% e, entre 2008 e 2010, o número caiu para 7,5%.</p>
<p><strong>ACESSO A MEDICAMENTOS: </strong>O programa Saúde Não Tem Preço tem promovido a ampliação da rede Aqui Tem Farmácia Popular, disponibilizando medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes nas farmácias credenciadas desde fevereiro de 2011. No último ano, houve aumento de 84% no número dos diabéticos atendidos na rede Aqui Tem Farmácia Popular, passando de 586.898 (abril/2011) para 1.078.280 (abril/2012). A oferta de medicamentos gratuitos é resultado de um acordo entre o Ministério da Saúde e entidades da indústria e do comércio.</p>
<p>O orçamento do Ministério da Saúde para medicamentos mais do que dobrou de 2003 para 2010 – correspondia a 5,8% do  orçamento da pasta em 2003 e passou para 12,5% a partir de 2010. Em 2012, o valor para compra desses produtos chega a R$ 7,7 bilhões.</p>
<p><strong>COMBATE ÀS DCNT: </strong>Para prevenir e reduzir as mortes prematuras por DCNT (diabetes, câncer, hipertensão e outras doenças do aparelho circulatório e respiratório) - responsáveis por 72% das causas de morte em todo o país, o Ministério da Saúde elaborou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, com metas até 2022. Lançado em 2011, o plano prevê a redução de 2% ao ano das mortes prematuras por essas doenças a partir da melhoria de indicadores relacionados ao tabagismo, álcool, alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade. Entre as ações desenvolvidas, está o Programa Academia da Saúde, que disponibiliza polos para o desenvolvimento de atividades físicas com orientação profissional, além de atividades de segurança alimentar e nutricional e de educação alimentar. Dos 4 mil polos previstos para construção até 2014, 2.007 já foram habilitados.</p>
<p>Para melhorar a dieta do brasileiro, o Ministério da Saúde e indústria alimentícia firmaram o compromisso de reduzir, gradualmente, o uso do sódio em 16 categorias de alimentos até o ano de 2014, com aprofundamento das medidas até 2016. Na lista estão, entre outros, batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos recheados. O sódio está presente no sal de cozinha e seu consumo excessivo está associado a uma série de doenças crônicas, como hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, distúrbios renais e cânceres.</p>
<p>O Plano de Ações Estratégicas também prevê o fortalecimento do Programa Saúde na Escola, voltado para a promoção da saúde de crianças e adolescentes. Em março deste ano, o Ministério da Saúde realizou a primeira edição da Semana de Mobilização Saúde na Escola. Foram realizadas ações de promoção à saúde, prevenção e controle da obesidade em 2.495 escolas públicas que aderiram ao programa este ano. A iniciativa envolveu 11 milhões de alunos com idade entre 5 a 19 anos. O tema de trabalho prioritário foi <em>Prevenção da obesidade na infância e na adolescência</em>.</p>
<p><strong>FÓRUM:</strong> O Brasil é sede da 1ª Reunião do Fórum Pan-Americano de Ação contra as Doenças Crônicas que ocorre entre os dias 8 e 9 de maio. O evento pretende expandir o debate sobre as ações de prevenção e combate às doenças crônicas aos representantes da sociedade civil - associações de profissionais da saúde e de portadores, ONGs, indústrias e universidades. O resultado desse trabalho orientará as ações intra e intersetoriais na resposta às DCNTs.</p>
<p><strong><u>PREVALÊNCIA DA DIABETES POR IDADE</u></strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center" style="width: 101px"><strong>Idade</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>Geral (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>Masculino (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>Feminino (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">18 a 24</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>0,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>0,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>0,7</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">25 a 34</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>1,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>1,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>1,0</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">35 a 44</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>3,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>2,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>4,2</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">45 a 54</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>8,9</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>9,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>8,3</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">55 e 64</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>15,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>14,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>15,8</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px">65 e mais</td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>21,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>23,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 115px"><strong>20,7</strong></td>
</tr>
</table>
<p><strong><u>PREVALÊNCIA DA DIABETES  POR ESCOLARIDADE</u></strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center" style="width: 170px"><strong>Anos de escolaridade</strong></td>
<td align="center" style="width: 57px"><strong>Geral (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>Masculino (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 151px"><strong>Feminino (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 170px">0 a 8</td>
<td align="center" style="width: 57px"><strong>7,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>6,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 151px"><strong>8,6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 170px">9 a 11</td>
<td align="center" style="width: 57px"><strong>3,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>3,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 151px"><strong>3,3</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 170px">12 e mais</td>
<td align="center" style="width: 57px"><strong>3,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 151px"><strong>2,6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 170px">Total - BRASIL</td>
<td align="center" style="width: 57px"><strong>5,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 151px"><strong>6,0</strong></td>
</tr>
</table>
<p><strong><u>PREVALÊNCIA DA DIABETES POR CAPITAIS</u></strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td align="center" style="width: 132px"><strong>Capitais</strong></td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>Total (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>Masculino (%)</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>Feminino (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Aracaju</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Belém</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,8</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Belo Horizonte</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Boa Vista</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Campo Grande</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>7,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Cuiabá</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Curitiba</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,0</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Florianópolis</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,9</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,2</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Fortaleza</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>7,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>8,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,5</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Goiânia</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,2</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">João Pessoa</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,7</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Macapá</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,3</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Maceió</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Manaus</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,0</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Natal</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,4</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Palmas</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>2,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>1,9</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Porto Alegre</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>6,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>7,0</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Porto Velho</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,6</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Recife</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Rio Branco</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,9</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,7</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Rio de Janeiro</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>6,2</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>7,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,3</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Salvador</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,5</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">São Luís</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,8</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">São Paulo</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,9</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,4</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>6,4</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Teresina</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>5,0</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>4,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,1</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Vitória</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>7,1</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,3</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>8,6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 132px">Distrito Federal</td>
<td align="center" style="width: 85px"><strong>4,7</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>3,8</strong></td>
<td align="center" style="width: 113px"><strong>5,6</strong></td>
</tr>
</table>
<p class="assinaNoticia">Fonte: MS</p>
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		<title>Palestra sobre Dispensação e Orientação Farmacêutica no uso de Anticoncepcionais de Emergência</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Notícias</category>

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		<category>Destaque</category>

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		<description><![CDATA[ 	A ASPONFAR tem a honra de convidar os Farmacêuticos e estudantes de Farmácia para a palestra sobre Dispensação e Orientação Farmacêutica no Uso de Anticoncepcionais de Emergência a ser proferida pelo Dr. Roberto Amatuzzi Franco no dia 22 de maio de 2012 (terça-feira) às 19h na sede da seccional do CRF-Ponta Grossa (Rua Jacob Holzmann, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	<font face="Verdana"><font face="Times New Roman" />A ASPONFAR tem a honra de convidar os Farmacêuticos e estudantes de Farmácia para a palestra sobre Dispensação e Orientação Farmacêutica no Uso de Anticoncepcionais de Emergência a ser proferida pelo Dr. Roberto Amatuzzi Franco no dia 22 de maio de 2012 (terça-feira) às 19h na sede da seccional do CRF-Ponta Grossa (Rua Jacob Holzmann, 233, 7° andar, Edifício Philadelphia Office). As inscrições, no valor de RS 10,00, podem ser feitas com membros da diretoria da ASPONFAR ou na seccional do CRF até o dia 18 de maio ou quando as 50 vagas forem preenchidas.</font></p>
<p><font face="Verdana"><font face="Times New Roman" />O Dr. Roberto Amatuzzi Franco, é Farmacêutico formado pela Universidade de Ponta Grossa (UEPG), especialista em Farmacologia e Dispensação Farmacêutica, proprietário de Farmácia e professor de cursos de Especialização Farmacêutica. Foi secretário de saúde do município de Imbaú e atualmente é diretor da 21ª Regional de Saúde (Telêmaco Borba).</font></p>
<p><font face="Verdana" />
</p>
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